A Catedral Nossa Senhora da Oliveira, conhecida como Catedral de Pedra, o artesanato, as lidas campeiras, a gastronomia, o chimarrão e a hospitalidade são alguns dos elementos que fazem de Vacaria um destino marcado pela história e pela cultura dos Campos de Cima da Serra.
Conhecida como a Porteira do Rio Grande, Vacaria está entre as comunidades mais antigas do Rio Grande do Sul. A origem de seu nome está ligada à expressão castelhana Baquería de los Pinares, ou “Vacaria dos Pinhais”, utilizada para denominar as extensas áreas de campos naturais onde os missionários jesuítas mantinham o gado trazido das Missões.
Entre 1727 e 1729, a abertura da Estrada das Tropas contribuiu para integrar os Campos de Vacaria a localidades como Lages, Curitiba e São Paulo. O caminho, inicialmente relacionado ao comércio de gado, teve papel importante no desenvolvimento e na ocupação da região.
As paisagens de Vacaria reúnem campos, matas de araucárias, áreas agrícolas e extensos pomares. Sua economia é diversificada, com destaque para a pecuária, o transporte rodoviário, a produção de grãos, a fruticultura e outras atividades ligadas ao agronegócio.
O município é reconhecido como um dos principais polos produtores de maçã do Brasil. Também se destaca pela produção de pequenas frutas, como amora, mirtilo e framboesa, além de flores, queijos e outros produtos de origem regional.
Vacaria mantém uma forte ligação com as tradições gaúchas. A música, a dança, os galpões, os acampamentos, os causos compartilhados junto ao fogo e as atividades campeiras ajudam a preservar o patrimônio cultural transmitido entre gerações.
Essa combinação de história, paisagens, produção agrícola e identidade tradicionalista faz de Vacaria uma cidade acolhedora e interessante para visitar em qualquer época do ano.
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